O Home Office e a mudança na preferência de um imóvel

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home office

O home-office já era considerado uma tendência, mesmo antes da pandemia causada pelo coronavírus. Muitas empresas já vinham adotando o trabalho remoto em alguns dias da semana ou em ocasiões específicas.

Entretanto, o isolamento social decorrente dessa pandemia, forçou as empresas em aderir ao trabalho remoto, antecipando essa prática que vinha sendo gradativamente implementada globalmente.

As mudanças culturais e no estilo de vida da sociedade vem mudando a forma como são construídas as residências pessoais. A prática do home-office de forma acentuada nos últimos meses pode estar mudando as percepções das pessoas em relação às características dos imóveis desejados. 

Por um certo tempo, havia uma percepção, principalmente nos grande centros urbanos, de se viver a residência no período da noite, depois que se volta do trabalho. Sendo assim, o mercado imobiliário entendia que existia uma maior demanda por apartamentos pequenos, que atendiam apenas o necessário para se passar pouco tempo nele.

Com a maior adoção do home-office e também com a alteração do comportamento social em relação a propagação viral do coronavírus, as pessoas estão considerando imóveis mais adequados para essas mudanças. Residências que prezam pela multifuncionalidade, com espaços mais amplos e com mais cômodos podem se mostrar mais adequados e fáceis de adaptar às necessidades de se trabalhar e passar mais tempo em casa.

O grupo ZAP tentou identificar, por meio de uma pesquisa, o que muda no imóvel desejado depois da pandemia. Os interessados em comprar um imóvel escolheram as seguintes características como sendo mais importantes:

65% prioriza vista/visão desimpedida
64% deseja uma varanda
63% deseja uma vizinhança com mais comércio
56% com mais dormitórios.

A importância de imóveis maiores, com mais dormitórios, vista livre e varanda é mais percebida por quem quer comprar um imóvel. 

O dormitório extra tende a ser mais desejado pelas pessoas, principalmente por ser possível adaptá-lo em um espaço home-office. Segundo outra pesquisa, houve uma queda de 6% na procura por imóveis de um dormitório na cidade de São Paulo em março e abril deste ano, comparado ao mesmo período em 2019.

Por outro lado, a procura por imóveis com dois dormitórios aumentou 4% e aqueles com três dormitórios subiram 2%.

Outra pesquisa, do portal imobiliário Rightmove, feita com moradores da cidade de Londres durante o isolamento social, indicou que a característica mais desejada na compra de um imóvel foi a disposição de um quarto extra dedicado para o trabalho. Outra característica mencionada foi disposição de dois ou três quartos na residência. A mesma pesquisa faz referência às mudanças nessa preferência em períodos anteriores ao coronavírus, as quais indicavam um maior ranqueamento de características como: cozinhas mais largas, melhor aparência externa e quantidade de banheiros. Mais da metade dos respondentes confirmaram que o “lockdown” tem influenciado a escolha de um novo lar. 

Podemos começar a entender que as preferências na escolha de uma residência está mudando e algumas características vêm começando a ganhar mais importância que outras. Características tidas como funcionais tem ganhado mais relevância em relação às características de aspecto superficial. Outros fatores decisores que antes eram vistos como “vaidade” passam a ter sua importância na medida em que as pessoas passam mais tempo em casa, como, por exemplo, as varandas e vistas mais amplas.

Além disso, a maior quantidade de cômodos com a possibilidade de se ter um espaço para o trabalho passa a ter mais importância.

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